Ainda não venci, mas sigo
Uma nota para quem atravessou o ano com coragem — mesmo sem aplausos, mesmo sem resultados imediatos.
Esta não é uma mensagem para quem venceu.
É para quem lutou.
Para quem trabalhou duro, acreditou, planejou… e, ainda assim, não viu os resultados chegarem.
Para quem traçou metas e não conseguiu alcançá-las.
Para quem, em algum momento, perdeu a esperança — ou quase.
Eu não posso dizer que conquistei tudo o que desejava.
Mas ganhei algo que ninguém pode tirar de mim: produtividade, aprendizado, resistência e clareza.
Mesmo sem ver ainda a realização, sei que plantei.
O próximo ano não será fácil.
Entramos em tempos de aperto, de cobranças maiores, de desafios impostos antes mesmo de termos escolha.
Mas que isso não apague o que ainda está vivo:
a energia, a determinação e a certeza de que vencer é possível.
Pensei em desistir.
Seria o caminho mais fácil.
Mas desistir nunca foi o meu destino.
Persistir no impossível é um ato de coragem.
Metas existem para serem superadas.
Sonhos existem para serem realizados — no tempo certo, do jeito certo.
Cada um conhece seus limites, o tamanho dos seus sonhos e as condições que tem.
E, no fundo, cada um sabe que o caminho só se revela a quem mantém o foco e a vontade de seguir.
Eu ainda não venci.
Mas sigo em frente.
Porque acredito que, ao olhar para trás, alguém pode me enxergar como referência.
E é por isso que continuo: não apenas por mim, mas por todos os que ainda acreditam.
Que o próximo ano nos encontre de pé.
Cansados, talvez.
Mas firmes.
E determinados a continuar.



