Em “Os Coquinhos de Vinícius”, Samira Maria Araújo recorda a infância simples e livre do filho, vivida na antiga Pracinha São José, em Bom Despacho — um tempo em que brincar era espontâneo, coletivo e sem grades.
Em “Os Coquinhos de Vinícius”, Samira Maria Araújo recorda a infância simples e livre do filho, vivida na antiga Pracinha São José, em Bom Despacho — um tempo em que brincar era espontâneo, coletivo e sem grades.
Esta crônica revela, por trás de um gesto simples, a delicada arquitetura emocional que sustenta o amor. Uma visita inesperada da filha Luíza causa uma mudança simples. João, homem de hábitos firmes e vida interior cuidadosamente construída, guarda no escritório seu último reduto íntimo: ali estão sua disciplina, seus rituais, sua história silenciosa. Ceder esse espaço, mesmo por um dia, não é trivial — é permitir que outro entre no lugar mais sensível de sua vida.
Há momentos em que a vida nos coloca diante do mesmo gesto em tempos diferentes: correr, escapar, atravessar a porta antes que alguém nos chame de volta. Na juventude, isso parece travessura; na maturidade, revelação. Duas fugas se entrelaçam como espelhos e mostram que, ao fim do caminho, não fugimos do mundo — fugimos para reencontrar quem ainda somos.
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Resumo:O presente artigo aborda um caso...
Não trato aqui do icônico carro da General...
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Numa crônica íntima e poética, Samira Maria Araújo nos convida a reviver as noites estreladas de sua infância com o filho Vinícius. Deitada ao lado dele sob a jabuticabeira, entre perguntas sobre o céu e histórias mitológicas, ela costura canções populares, amor materno e memórias que brilham como constelações. Uma celebração da curiosidade infantil, da poesia e do encantamento pelo mundo.